Só crimes grandes.
Porque existe a “delação premiada”. Compensa. Penas mais brandas. Refúgio para curtir.
Sair do cotidiano. Devolver grana? Sempre sobra um bocado. Pensar, escrever.
Talvez, até abrir uma editora e produzir best-sellers. Não faltará estória para
contar. Escândalos... Pois só a vida não basta.
É próprio da vida ganhar e perder. Nem
só uma coisa, nem outra. A partir de paradigmas, vitória e derrota, polos
interagentes. Em matérias morais, exemplos do “caixa dois” e da “delação
premiada”. Culpados que culpam culpados e culpados que culpam inocentes. Todos, oligarcas e povo nas reservas do barco
secular. Matérias morais: “sinto, logo quero”. De um lado, satisfação imediata
e desejos exclusivistas; de outro, participação no grande palco a virar,
depois, melancólica lembrança. Desperdício de tempo e energia? Erros políticos –
a constante. Como cristão (a conferir) beleza e virtude nas causas perdidas. Ao
se recolher em cavernas, vitória para o cansaço e soberba.
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