Nem todas as verdades podem ser explicadas ou demonstradas. Ideias claras e distintas nem sempre são tão claras e distintas.
Além do caráter físico de uma verdade há as verdades psíquicas.
O consciente, religado com certos fatores do inconsciente, chega a ser muito atuante. Em atenta consideração está a atitude religiosa.
O século 20 conheceu grandes ídolos: raça, sexo, estado, partido, dinheiro, máquina... Em torno deles ocorrem manifestações ritualizadas.
No salão do automóvel temos o culto do veículo sagrado, com seus fiéis e seus iniciados.
Mesmo cientistas, ao concederem importância primordial aos fatos objetivos, chegam a não perder o sentimento religioso.
Mesmo nos estados ateus temos impressionantes manifestações da função religiosa.
A religiosidade tem a ver com poderosos fatores do inconsciente, com suas cargas energéticas e intenso dinamismo.
A cura de problemas mentais graças à religiosidade não depende necessariamente de adesão a nenhum credo ou confraria.
A religiosidade é uma função natural, inerente à psique, espécie de instinto.
Artistas do presente e do passado, em megaeventos, são cultuados como deuses e deusas. Multidões são levadas ao delírio.
Símbolos da linguagem religiosa atuam profundamente sobre a vida dos homens.
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